- Distribuidor: Electronic Arts
-Gênero: RPG
- Lançamento: 23 de outubro de 2009
A era dos dragões está para começar.
A BioWare é um nome de peso no mundo dos videogames, principalmente no que diz respeito aos jogos do gênero RPG. Abrigando em seu “humilde” portfolio jogos como os excepcionais Baldur's Gate, Neverwinter Nights, Star Wars: Knights of the Old Republic, Jade Empire e o recente Mass Effect.
Com credenciais deste porte não é nenhuma surpresa que os jogadores fiquem agitados com qualquer informação sobre novidades da empresa. Agora, a BioWare revela alguns detalhes do seu novo projeto, Dragon Age: Origins — o jogo que já é considerado por muitos como o sucessor espiritual do icônico Baldur’s Gate.
No forno há mais de quatro anos esta é mais uma grande aposta da desenvolvedora que domina com maestria o gênero role-playing game (RPG). Segundo a própria equipe de desenvolvimento de Dragon Age, este é uma espécie de retorno às origens, tirando muita inspiração do clássico Baldur's Gate, lançado originalmente em 1998 — apenas três anos após a fundação da empresa.
Relembrando fortemente a série Baldur's Gate, o título Dragon Age: Origins vem mostrando consistentemente que realmente será um RPG de peso. Ainda assim, o jogo seguirá a tradicional fórmula de outros RPGs, tanto que o sistema Dragon Age já rendeu uma adaptação para o “papel e caneta”, para que os jogadores possam se aventuras com os amigos em longas sessões de RPG de “mesa”.
Entretanto, chamar algo de semelhante não significa necessariamente dizer que o jogo não terá méritos próprios, ou que não trará nenhuma novidade significativa. Dragon Age: Origins tenta provar essa teoria, apropriando-se de vários elementos presentes em outros jogos do gênero, utilizando-os de forma inteligente e aprimorando os pontos que mais interessantes, tornando-se assim um título novo e ao mesmo tempo familiar.
Eu já vi isso antes
Um desses elementos apropriados por Dragon Age, mais evidente é a semelhança da sua interface gráfica com a de outro gigante do mundo dos MMORPGs, World of Warcraft. As habilidades mágicas estão ligadas a botões específicos do teclado (no caso dos computadores) ou do controle dos videogames.
A equipe de desenvolvimento da BioWare escolheu esse estilo justamente por reconhecer o sucesso desse sistema, observando que ele realmente funciona, sem haver a necessidade de inovar algo que já está bom, especialmente por já se tratar de um sistema já familiar a muitos jogadores. Na prática, essa barra de habilidades funciona de forma bem inteligente e acessível.
Pausa para o café
As lutas acontecem em tempo real, entretanto, como em Baldur’s Gate, essa tática é no mínimo confusa. Entretanto, seguindo os passos de seu antecessor, Dragon age, também permite que o jogador pause a ação e emita ordens individuais para os integrantes da sua equipe. Mas não se preocupe, já que isso não prejudica em nada o ritmo do jogo.
Diferente dos embates por turnos, a ação é direta e ao pausar o jogo você está apenas organizando a sua tática, escolhendo as ações dos seus personagens, assim que você voltar para o jogo tudo acontece em tempo real, (inclusive as ações designadas aos seus personagens).
Eu já vi isso antes
Um desses elementos apropriados por Dragon Age, mais evidente é a semelhança da sua interface gráfica com a de outro gigante do mundo dos MMORPGs, World of Warcraft. As habilidades mágicas estão ligadas a botões específicos do teclado (no caso dos computadores) ou do controle dos videogames.
A equipe de desenvolvimento da BioWare escolheu esse estilo justamente por reconhecer o sucesso desse sistema, observando que ele realmente funciona, sem haver a necessidade de inovar algo que já está bom, especialmente por já se tratar de um sistema já familiar a muitos jogadores. Na prática, essa barra de habilidades funciona de forma bem inteligente e acessível.
Pausa para o café
As lutas acontecem em tempo real, entretanto, como em Baldur’s Gate, essa tática é no mínimo confusa. Entretanto, seguindo os passos de seu antecessor, Dragon age, também permite que o jogador pause a ação e emita ordens individuais para os integrantes da sua equipe. Mas não se preocupe, já que isso não prejudica em nada o ritmo do jogo.
Diferente dos embates por turnos, a ação é direta e ao pausar o jogo você está apenas organizando a sua tática, escolhendo as ações dos seus personagens, assim que você voltar para o jogo tudo acontece em tempo real, (inclusive as ações designadas aos seus personagens).
E3 2009: Fantasia medieval com ares de The Sims.
Então a BioWare resolveu retornar para o mundo dos RPGs clássicos. Para os universos locupletados de elfos, ogros, cavaleiros valentes, feiticeiros e quaisquer outros estereótipos de fantasia medieval nos quais você possa pensar. Enfim, um retorno merecido ao “modus operandi” da época de Baldur’s Gate.
Não obstante, com esse retorno, a “softhouse” não parece, nem de longe, ter o intento de simplesmente retornar às origens e produzir algo bom porque, simplesmente, é também saudoso. Longe disso, Dragon Age: Origins promete desembarcar uma forma absolutamente distinta de se enxergar os cenários medievais, apostando grandemente no desenvolvimento do seu personagem e em como, afinal, ele vai se encaixar em um mundo de riqueza psicológica sem precedentes no gênero.
Para quem ainda não conhece a história (quer dizer, para o caso de você não ter acompanhado as prévias postadas aqui no Baixaki Jogos), Dragon Age: Origins é um RPG de fantasia medieval, em cuja história você, o jogador, vai assumir o papel de um membro da “Grey Wardens”, uma orgainzação que pretende expurgar do planeta uma horda de criaturas maléficas e visualmente estarrecedoras conhecidas como “Blight”.
Tudo bem, até aí, nenhuma grande novidade. Trata-se de história que poderia ser encontrada em qualquer clássico de RPG ou mesmo na sinopse de um filme de fantasia medieval. A novidade fica mesmo nos detalhes; na forma como o seu personagem — que pode ser praticamente qualquer coisa entre um nobre, um vilão interesseiro ou um bandido mesquinho — vai entrar e se desenvolver nesse universo.
Então a BioWare resolveu retornar para o mundo dos RPGs clássicos. Para os universos locupletados de elfos, ogros, cavaleiros valentes, feiticeiros e quaisquer outros estereótipos de fantasia medieval nos quais você possa pensar. Enfim, um retorno merecido ao “modus operandi” da época de Baldur’s Gate.
Não obstante, com esse retorno, a “softhouse” não parece, nem de longe, ter o intento de simplesmente retornar às origens e produzir algo bom porque, simplesmente, é também saudoso. Longe disso, Dragon Age: Origins promete desembarcar uma forma absolutamente distinta de se enxergar os cenários medievais, apostando grandemente no desenvolvimento do seu personagem e em como, afinal, ele vai se encaixar em um mundo de riqueza psicológica sem precedentes no gênero.
Para quem ainda não conhece a história (quer dizer, para o caso de você não ter acompanhado as prévias postadas aqui no Baixaki Jogos), Dragon Age: Origins é um RPG de fantasia medieval, em cuja história você, o jogador, vai assumir o papel de um membro da “Grey Wardens”, uma orgainzação que pretende expurgar do planeta uma horda de criaturas maléficas e visualmente estarrecedoras conhecidas como “Blight”.
Tudo bem, até aí, nenhuma grande novidade. Trata-se de história que poderia ser encontrada em qualquer clássico de RPG ou mesmo na sinopse de um filme de fantasia medieval. A novidade fica mesmo nos detalhes; na forma como o seu personagem — que pode ser praticamente qualquer coisa entre um nobre, um vilão interesseiro ou um bandido mesquinho — vai entrar e se desenvolver nesse universo.

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